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Vereadores cobram de operadoras melhores serviços de telefonia móvel

Vereadores cobram de operadoras melhores serviços de telefonia móvel Moção de autoria de todos os vereadores cobra operadoras de telefonia móvel
Os vereadores de São Miguel do Oeste aprovaram uma moção solicitando que as operadoras de telefonia móvel deem mais atenção à população de São Miguel do Oeste quanto à cobertura, assistência e qualidade de sinal dos serviços prestados por suas empresas. A moção foi proposta por todos os vereadores e defendida durante a sessão desta terça-feira (7). Os vereadores ressaltam que o serviço das operadoras se encontra “insatisfatório e defasado” no Município, causando transtornos e prejuízos aos consumidores.

“A população de São Miguel do Oeste está cansada de reclamar da má qualidade de serviços prestados pelas empresas de telefonia móvel. Há inúmeras pessoas que pagam por um serviço que não é prestado. E há bairros e comunidades que não têm acesso a determinados serviços de telefonia móvel”, justificam os vereadores. “As empresas prestadoras deste serviço têm obrigação legal de atender os direitos dos usuários, conforme estabelece a Lei Geral de Telecomunicações e do Código de Defesa do Consumidor”, ressaltam os autores da moção, que será entregue aos gerentes locais das operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo.

O morador de Linha Caxias, Alceu Albino Schio, fez uso da palavra na sessão, cobrando mais atenção das operadoras em relação ao sinal de telefonia móvel para ligações e uso de internet. “Queremos que as empresas não levem somente nosso dinheiro, mas nos deem atenção”, afirmou, ressaltando que quando há uma festa na comunidade, os participantes ficam “isolados” devido à falta de sinal de celular. “O telefone celular não é mais um artigo de luxo, mas é material de trabalho”, acrescentou.

PEDIDOS DE OBRAS E SERVIÇOS

Na sessão foram apresentadas diversas indicações sugerindo obras e serviços públicos. Um dos pedidos é de Cláudio Barp (MDB), que solicita a colocação de lâmpadas de LED na iluminação pública nas ruas Dom Pedro II e Mem de Sá, nos bairros Estrela e São Sebastião. Barp justifica que as lâmpadas de LED têm um aproveitamento maior da energia e um longo período de vida útil. Além disso, afirma que a medida traz mais segurança.

“A iluminação pública é essencial para o bem-estar e a segurança de todos, uma vez que contribui na preservação do patrimônio, inibindo as ações de vândalos e criminosos que aproveitam a vulnerabilidade do local para cometer assaltos a residências e a pessoas que utilizam essas vias”, ressalta Cláudio Barp. A indicação será enviada à secretária de Urbanismo.

Vanirto Conrad (PDT) solicita a instalação de uma faixa elevada na Rua Marcílio Dias, na esquina com a Rua Sete de Setembro. O vereador justifica que inúmeros motoristas e motociclistas transitam em excesso de velocidade nessa via, e que inclusive já foi registrado acidente no local. O pedido será enviado à secretária de Urbanismo e ao presidente do Cotrasmo.

Carlos Grassi (PP) e Cássio da Silva (MDB) sugerem a instalação de placas indicativas com os nomes dos logradouros nos loteamentos Rodrigues e Nossa Casa, no Bairro São Sebastião. Os vereadores lembram que esta é uma reivindicação dos moradores destes loteamentos. Segundo os autores da moção, a falta de sinalização tem ocasionado transtornos para quem necessita identificar os endereços, seja atividades particulares ou comerciais. O pedido será enviado ao prefeito e à secretária de Urbanismo.

Odemar Marques (PDT) solicita à Administração Municipal que implante um redutor de velocidade na Rodovia Leolino João Baldissera, na baixada próximo à entrada do Bairro Morada do Sol. O vereador justifica que veículos trafegam em alta velocidade no local, colocando em risco a vida de moradores e motoristas. O pedido será enviado à secretária de Urbanismo e ao presidente do Cotrasmo.

Na sessão também foi aprovado requerimento de Everaldo Di Berti (PSD). O vereador solicita a realização de audiência pública para discutir, em conjunto com a sociedade, o Código Sanitário Municipal. Di Berti ressaltou que o projeto do Código Sanitário já esteve em tramitação na Câmara, mas foi retirado pelo Poder Executivo. “Estamos propondo a audiência para em conjunto construir este novo Código e atender as demandas da sociedade”, justificou. O requerimento foi aprovado por unanimidade dos vereadores presentes e a audiência será marcada posteriormente.

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