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Vereadora manifesta repúdio a cortes de verbas na educação

Vereadora manifesta repúdio a cortes de verbas na educação Maria Tereza Capra criticou contingenciamento para instituições de ensino federais
A vereadora Maria Tereza Capra (PT) apresentou uma moção manifestando repúdio à atitude do presidente da República e do ministro da Educação pelo corte das verbas da educação pública federal. Na moção, aprovada durante a sessão desta terça-feira (7), a vereadora cita que foi anunciado o contingenciamento de ao menos 30% dos recursos destinados às instituições federais de ensino, como universidades e institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Maria Tereza destaca que em Santa Catarina a UFSC teve retenção de R$ 46 milhões, impactando diretamente seus mais de 43 mil alunos; a UFFS, com reitoria em Chapecó, terá R$ 18 milhões a menos no orçamento deste ano; o IFSC terá R$ 23 milhões retidos e o IFC, R$ 19 milhões de recursos a menos.

“Não se trata de orçamento utilizado para melhorias e obras também necessárias ao campus, mas sim de verba de custeio, utilizadas para as despesas correntes, como água, luz, internet, contratos terceirizados de limpeza e vigilância, entre outros. São verbas para manter o funcionamento dos campi, que prestam uma educação de excelência para os alunos, de forma totalmente gratuita”, explica a vereadora.

Capra também destaca que o IFSC de São Miguel do Oeste, afetado pelos cortes, atende 1.263 alunos e oferece cursos regulares – cinco cursos técnicos e duas graduações –, e diversos cursos profissionalizantes, em áreas relacionadas com as características produtivas da região. “Solicitamos que seja revogado este corte na educação, a fim de garantir a manutenção de uma educação de qualidade aos jovens brasileiros”, complementa a vereadora. A moção será enviada ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro Abraham Weintraub.

O diretor geral do IFSC de São Miguel do Oeste, Diego Albino Martins, usou o plenário da Câmara para falar dos cortes orçamentários realizados na instituição. Ele afirmou que o orçamento anual do IFSC é de aproximadamente R$ 2 milhões, dos quais cerca de R$ 1,3 milhões são somente para manutenção da instituição. “Se o bloqueio anunciado for mantido, nós receberemos até o fim do ano R$ 1,063 milhão, ou seja, faltará recursos para manter o campus”, afirmou o diretor, que disse ter recebido também notícias de cortes nos recursos destinados a investimentos. Martins falou dos benefícios que a unidade traz para São Miguel do Oeste, na profissionalização e formação da população, inclusive com reservas de vagas para pessoas de baixa renda.

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