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Ida Rossoni Maestri

Ida Rossoni nasceu em 16 de setembro de 1939 em Nova Prata/RS. Filha primogênita de agricultores, desde criança começou a aprender e lidar com afazeres domésticos, no cuidado com seus irmãos e na agricultura. Aos 22 anos de idade casou-se com Albino Maestri, natural de Guaporé/RS, que também era agricultor.

Em 1966, já com dois filhos, o casal mudou-se para o interior de Chapecó em busca de melhores condições de vida. No início não foi nada fácil: trabalharam como agregados e residiram em uma casa bastante precária, mas com muito esforço e trabalho, depois de quatro anos conseguiram comprar uma pequena área de terra.

Em 1972 venderam a terra e se mudaram para a comunidade de Linha Esperança, em Iporã do Oeste, que na época pertencia ao município de Mondaí. Neste local conseguiram comprar uma área maior de terra para plantar e viver com sua família. Na comunidade sempre viveu bem e procurou de alguma forma participar e ajudar em tudo o que podia.
Ida Rossoni Maestri teve sete filhos, para os quais sempre tentou mostrar por meio de exemplos os valores e de como viver bem na família e comunidade; de saber ser feliz e valorizar o que se tem; da importância do amor, união e da amizade; de como é bom ajudar os outros e a comunidade; e que a vida é feita de escolhas e consequências.

No ano de 1999, passou a residir em São Miguel do Oeste, no Bairro São Jorge. Já aposentada e com praticamente todos os filhos casados e instalados, passou a dedicar-se mais à vida comunitária. Sempre querida com todos, logo conheceu muitas pessoas e fez amizades no bairro por meio da Igreja Católica São Jorge e do Grupo de Idosos.

Em 2003 seu esposo faleceu e ela se tornou ainda mais o alicerce da família. Com a maioria dos filhos longe, residindo em outras cidades e estados, sempre procurava manter contato com todos, dando seus conselhos e continuando com seus ensinamentos.

No grupo dos idosos, frequentado por alguns anos, adorava dançar, jogar bisca e bingo, passear e participar em festas comemorativas como carnaval e festa junina. Ida participava também em festas religiosas, nas celebrações da igreja sempre que os cultos eram realizados pelos idosos, e nas homenagens de despedida na morte de cada integrante do grupo que partia.

Solidária e de coração enorme, visitava os doentes para dar uma força a eles e seus familiares ou simplesmente conversar para distraí-los e terem momentos mais agradáveis.

Na igreja, foi zeladora da capelinha por anos. Nesse tempo participava nos encontros do núcleo, passava nas casas dos associados pertencentes ao seu núcleo para arrecadar doações de produtos variados para a realização das festas na comunidade. Todos os produtos eram aproveitados, seja como prêmios no jogo do bingo, como ingredientes na alimentação oferecida ou até na limpeza e higiene do local. Deixou de ser zeladora devido à idade que a dificultou de desempenhar as funções.

Essas foram as formas que ela encontrou de ajudar a comunidade e os outros. Gostava do que fazia e orgulhava-se em poder ajudar.

Em junho de 2016 infelizmente perdeu a sua casa por um incêndio. Levou um susto, pois acordou em meio a muita fumaça. Passou meses tristes por perder o seu canto e não entender a lentidão de planejar, fazer o projeto da casa nova e esse ser liberado para início das obras. Em fevereiro de 2017, quando recebeu a notícia que a casa teria data para começar a sua construção, ela adoeceu. Teve infecção pulmonar que generalizou e levou a óbito no dia 13 de março de 2017, aos seus 77 anos.

Assim foi sua vida: partiu deixando a família, a saudade, as lembranças, e muitos ensinamentos para a família e a todos com quem conviveu. E uma mensagem que a vida tem que ser vivida e encarada, não pensando só em si, mas nos outros também, pois a felicidade podemos encontrar nas coisas simples e no prazer de poder ajudar.

Galeria Lilás / 2018

Amélia Mercedes Molin
Amélia Mercedes Molin

Amélia Mercedes Molin nasceu em 24 de setembro de 1928 em Santa Helena, no Paraná. Ainda criança mudou-se para a cidade de Dois Lajeados, no Rio Grande do Sul, e em 28 de março de 1945 veio residir em Vila Oeste.

Beatriz Wünsch Kist
Beatriz Wünsch Kist

Beatriz Wünsch Kist nasceu em 3 de dezembro de 1953, no distrito de Sinimbu, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Filha de Ilka Paulina Wünsch e Lothar Wünsch, teve como irmãos Ines, Luiz Alberto, João Roque, Mario José (in memoriam) e Paulo Roberto.

Catharina Brol Feraso
Catharina Brol Feraso

Catharina Brol Feraso nasceu em Lajeado, no Rio Grande do Sul, em 19 de março de 1919, filha dos agricultores José Brol e Rosa Dalbosco, em uma família com mais oito irmãos. Em 1940, aos 21 anos, junto a seus pais e a outros imigrantes, Catharina mudou-se para a famosa Vila Oeste em busca de novas oportunidades vindas da extração da madeira em lugar inexplorado.

Gertha Panzenhagem
Gertha Panzenhagem

Gertha Panzenhagem nasceu em 1º de abril de 1925, no município de São Sebastião do Caí, Rio Grande do Sul, filha mais velha do casal Reinaldo e Wilma. Foi mãe de três filhos – Darci, Alceu e Alcides –, teve sete netos e três bisnetos. Descendente de alemães, chegou em 1942 a São Miguel do Oeste. A família desembarcou na antiga Vila Oeste atraída pela promessa da terra que emanava leite e mel. Dona Gertha foi uma das primeiras colonizadoras do nosso município.

Ida Rossoni Maestri
Ida Rossoni Maestri

Ida Rossoni nasceu em 16 de setembro de 1939 em Nova Prata/RS. Filha primogênita de agricultores, desde criança começou a aprender e lidar com afazeres domésticos, no cuidado com seus irmãos e na agricultura. Aos 22 anos de idade casou-se com Albino Maestri, natural de Guaporé/RS, que também era agricultor.

Letícia Negri Martini
Letícia Negri Martini

Letícia Negri nasceu em Taquara, no Rio Grande do Sul, em 21 de outubro de 1936. Filha de agricultores, veio com a família a São Miguel do Oeste no ano de 1946, fixando residência na Linha Jacutinga Arroio Veado. ?????Em 29 de setembro de 1960 Letícia casou-se com Adelino Martini, e o casal passou a residir no Bairro São Sebastião. Letícia foi uma mulher trabalhadora, esposa e mãe, carinhosa e amorosa para com seus sete filhos.

Lourdes Trentin Grando
Lourdes Trentin Grando

Filha de Ângelo Trentin e Catarina Faggion Trentin, Lourdes Trentin Grando nasceu em Aratiba, no Rio Grande do Sul, em 14 de fevereiro de 1942, e teve mais três irmãos. Casou-se aos 17 anos com José Grando e dessa união o casal teve os filhos Ângela Maria, que faleceu ainda criança; Maria Salete Grando; Paulo Antônio, que também faleceu ainda criança; e João Carlos Grando. Maria Salete e João lhe deram três netas.

Maria Soeli Centenaro
Maria Soeli Centenaro

Maria Soeli Centenaro nasceu em 29 de janeiro de 1951, em Três Arroios, na época distrito de Erechim/RS. Filha de Armando e Maria Helvétia Kammler, Soeli teve dois irmãos, Vilson e Salete. ??????No ano de 1973 casou-se com Eulo Centenaro, vindo residir em São Miguel do Oeste, onde teve três filhos: Ravier Centenaro, Katiane Centenaro e Cristiane Centenaro.

Marina Marini Tiepo
Marina Marini Tiepo

Marina Marini Tiepo, filha de Marcos Marini e Vitória Santin Marini, nasceu no dia 30 de agosto de 1935 na cidade de Iraí, Rio Grande do Sul. ?Veio morar na então Vila Oeste ainda jovem, onde conheceu o futuro marido Darci Tiepo (in memorian). Casaram-se e desta união nasceram sete filhos: Antonio Carlos, Maria Luiza, Magda Rosane, Arli Luiz, Ademir Paulo, Alencar Pedro e Adenilson José.

Orlandina de Ramos
Orlandina de Ramos

Orlandina de Ramos nasceu no dia 14 de fevereiro de 1941 na cidade de Arroio do Meio, no Rio Grande do Sul, filha de Antônio e Alvina da Conceição. Além de Orlandina, o casal teve os filhos Rosa, Maria Iracema, Adão, Paulino, Odiles, Leucilda, Maria de Lourdes, Avanir e Ana Rita.

Salete Anita Marafon
Salete Anita Marafon

Salete Anita Marafon nasceu em Chapecó/SC em 27 de fevereiro de 1950. Filha de Leonilda Deitos Marafon e Ricardo Ludovico Marafon, foi criada em Dionísio Cerqueira/SC até vir a São Miguel do Oeste aos 17 anos, para estudar.

Verginia Ratti Paganini
Verginia Ratti Paganini

Verginia Ratti Paganini nasceu em Nova Bassano, no Rio Grande do Sul, em 16 de novembro de 1912, filha de Guido e Zulmira Ratti, em uma família com mais nove irmãos: Artur, Daniel, Luiz, Gema, Deonila, Anastasia Maria, Alvira, Zulmirar e Oliva Ratti.

Veronica Joana Silvestre Mallmann
Veronica Joana Silvestre Mallmann

Veronica Joana Silvestre Mallmann nasceu em 8 de novembro de 1922 no município de Santa Lúcia, no Rio Grande do Sul. Veronica foi criada ali mesmo neste município, onde estudou, trabalhou e casou-se com Aquelino Fabiane.

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