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Vereadores pedem ampliação de repasses ao Hospital Regional e liberação de emenda para implantação de oncologia

Vereadores pedem ampliação de repasses ao Hospital Regional e liberação de emenda para implantação de oncologia Vereadores solicitaram ampliação do repasse do Estado ao Hospital Regional
Os vereadores Vanirto Conrad (PDT), Cláudio Barp (MDB), José Giovenardi (PR) e Milto Annoni (PR) apresentaram uma moção de apelo em que solicitam a alteração dos valores repassados ao Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, de R$ 3.072.000,00 para R$ 3.150.000,00, visando suprir custeios de manutenção hospitalar. Os vereadores justificam que devido à grande procura de atendimentos médicos junto ao Pronto Socorro da unidade hospitalar, é necessário contratar mais um médico plantonista.

A moção foi apresentada durante a sessão ordinária desta terça-feira (24) e será encaminhada ao governador do Estado, ao secretário estadual da Saúde e ao secretário da Agência de Desenvolvimento Regional. Segundo os vereadores, a direção do Hospital Regional informou que devido à escassez de recursos repassados pelo Estado torna-se impossível a contratação de mais um ou dois médicos, conforme a necessidade, uma vez que são grandes as despesas de manutenção deste órgão. “Acreditamos que a liberação de recursos financeiros tornaria o trabalho plantonista mais ágil e com menor tempo de espera, visando atender em especial pessoas idosas e crianças nos fins de semana”, justificam os autores da moção.

EMENDAS IMPOSITIVAS

Outra moção aprovada na Câmara foi proposta por Maria Tereza Capra (PT). A vereadora solicita ao presidente da Assembleia Legislativa e ao governador do Estado que sejam liberadas as emendas parlamentares impositivas da Lei Orçamentária Anual de 2018. A vereadora pede que seja cumprida a execução orçamentária e financeira da emenda de R$ 500 mil do deputado Padre Pedro Baldissera. Maria Tereza lembra que a emenda é destinada à implantação do serviço de oncologia do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso.

“Somente na faixa de fronteira são mais de 700 casos novos de câncer por ano. Incluídos outros municípios de regiões próximas, temos mais de 1 mil casos e essas pessoas estão sofrendo com atrasos e grandes deslocamentos. Temos famílias fazendo deslocamento de até 450 km para tratamento, sendo desgastante, custoso e prejudicial à recuperação dos pacientes”, justifica Maria Tereza Capra.

O diretor do Instituto Santé, Jeferson Gomes, usou da palavra na sessão e apresentou alguns números sobre o atendimento no Hospital Regional Terezinha Gaio Basso. Ele ressaltou que a unidade atende a 30 municípios, cuja população em sua maioria depende do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Porém, alertou que cerca de 80% dos atendimentos poderiam ser resolvidos em outras unidades por serem casos de menor complexidade.

Gomes afirmou que o grau de satisfação dos usuários do Hospital Regional é alto, e que a qualificação técnica e humana dos funcionários é elevada. Jeferson também ressaltou que o atendimento da unidade hospitalar é 100% pelo SUS. Porém, afirmou ser necessária uma estrutura maior, inclusive de leitos, e também ampliar as especialidades de alta complexidade.

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